Um motorista embriagado - que não teve sua identidade revelada- foi preso pela Polícia Militar, após ter causado quatro acidentes de trânsito no final da noite desta sexta-feira em Porto Velho.
Universidade Estadual do Norte Fluminense
Rogério Atem de Carvalho, DSc
Instituto Federal Fluminense
Rogério Atem de Carvalho, DSc
Instituto Federal Fluminense
Resumo
Este trabalho lida com efeitos dos Conflitos Assimétricos sobre um aspecto do combate de Infantaria: o calibre de sua arma padrão. A imposição inicial de um calibre demasiadamente poderoso, o 7.62x51 mm, privou a OTAN e aliados por muitos anos de fuzis de assalto verdadeiros. A mudança para o calibre 5.56x45 mm, que deveria ter remediado esta situação, acabou por levar os aliados ao extremo oposto: um calibre cronicamente anêmico, que mesmo após extenso esforço pela indústria, ainda falha em prover letalidade à longa distância, uma vez que não foi concebido para isto.
Hoje existe uma busca por um valor intermediário, mais próximo ao do calibre russo 7.62x39 mm. Como assunto secundário, o trabalho também aborda a dificuldade enfrentada pela linhagem do fuzil M-16/M-4 e a nova geração que deve sucedê-la. Finalmente, comenta muito brevemente sobre o novo fuzil brasileiro.
Nota: Durante o texto empregou-se o termo “calibre”, que geralmente se refere ao diâmetro do projétil, em comum com o cartucho, com o conjunto. Ou seja: ao se referir ao calibre 5.56x45 mm, o texto se refere a todo conjunto de projétil, cápsula e propelente, e também na sua performance padrão OTAN/NATO, como oferecido às tropas, já que para os atiradores esportivos estes calibres podem ser recarregados com dezenas de combinações entre projéteis e propelentes, obtendo uma miríade de desempenhos cujo o escopo foge completamente a este trabalho.
































