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sábado, 28 de setembro de 2013

[BRASIL NA ONU] - Brasil apoia resolução da ONU que prevê fim de armas químicas na Síria

O Globo
ELIANE OLIVEIRA

Integrantes do Conselho de Segurança da ONU aprovam de forma unânime a medida que prevê o fim de armas químicas na Síria KEITH BEDFORD / REUTERS


BRASÍLIA — O Ministério das Relações Exteriores divulgou uma nota, neste sábado, elogiando a resolução da ONU que determinou a eliminação de todas as armas químicas do território da Síria. A medida foi aprovada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

[HAITI] - O FUTURO DA MISSÃO DE PAZ NO HAITI

Defesanet
por Rodrigo Pereira

O General-de-Divisão Edson Leal Pujol foi designado Force Commander da MINUSTAH no dia 27 de março de 2013. (Foto: MINUSTAH/UN)
No comando de mais de seis mil militares de 19 países, o General-de-Divisão Edson Leal Pujol, do Exército brasileiro, Force Commander da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti – MINUSTAH, compartilhou com Diálogo suas expectativas sobre o futuro da missão e fez uma análise crítica da possibilidade da redução do efetivo da Força de Paz no país.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

[ONU] - DISCURSO DILMA ROUSSEFF

Defesanet
Discurso da Presidenta da República, Dilma Rousseff, na abertura do Debate Geral da 68ª Assembleia-Geral das Nações Unidas Nova Iorque/EUA
Discurso da Presidenta da República, Dilma Rousseff, na abertura do Debate Geral da 68ª Assembléia-Geral das Nações Unidas Nova Iorque/EUA

DISCURSO DA PRESIDENTA DA REPÚBLICA, DILMA ROUSSEFF,
NA ABERTURA DO DEBATE GERAL DA 68ª ASSEMBLEIA-GERAL DAS NAÇÕES UNIDAS
NOVA IORQUE/EUA

terça-feira, 17 de setembro de 2013

[MILITARES EM OPERAÇÕES] - FELINO 2013: PAÍSES DA CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) REALIZAM EXERCÍCIO CONJUNTO NA COSTA BRASILEIRA

Defesanet


Itaóca (ES), 17/09/2013 – Com o objetivo de treinar as Forças Armadas das nações da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) para o emprego em operações de paz e assistência humanitária, sob a égide da Organização das Nações Unidas (ONU), a Marinha do Brasil deu início, ontem (16), à Operação Felino. A mobilização consiste em exercícios militares de forças conjuntas combinadas dos Estados-membros CPLP. As ações ocorrerão até o dia 27 de setembro, no litoral do Espírito Santo.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

[MORTALIDADE INFANTIL] - No Brasil, taxa de mortalidade infantil cai 75% desde 1990, aponta ONU

G1

Levando em conta mortes de crianças de até 5 anos, a queda foi de 77,4%. Brasil superou em 33% a meta do milênio de redução da mortalidade


Relatório da ONU divulgado nesta sexta-feira
mostra queda de mortalidade infantil no Brasil e no
mundo. (Foto: Reprodução/ONU)


A taxa de mortalidade infantil no Brasil caiu 75% entre 1990 e 2012, de acordo com relatório da ONU divulgado nesta sexta-feira (13). Se, em 1990, o país registrou 52 mortes de crianças a cada mil nascidos vivos, em 2012, a taxa foi de 13 mortes a cada mil nascidos vivos.

A mortalidade infantil considera os óbitos de crianças com menos de um ano de idade. Os dados são de estudo realizado com a colaboração da Unicef, da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Banco Mundial.

Levando em conta a mortalidade de crianças de até 5 anos no país, a queda é de 77,4%. Em 1990, essa taxa era de 62 mortes a cada mil nascidos vivos, caindo para 14 mortes a cada mil nascidos vivos em 2012.

Os Objetivos do Milênio estabelecidos pela ONU em 2000 previa a redução da mortalidade de crianças de menos de 5 anos para 21 mortes a cada mil nascidos vivos até 2015 no Brasil. Segundo a Unicef, portanto, o país já superou em 33% a meta estabelecida, mais de um ano antes do prazo previsto. O estudo aponta, ainda, que o Brasil teve o melhor desempenho entre os países da América Latina.

Para Antonella Scolamiero, representante adjunta da Unicef, contribui para o bom desempenho o sistema de saúde que possibilita atendimento integral  ao cidadão com a responsabilidade compartilhada entre União, estados e municípios.

“Com este resultado, Brasil se destaca no cenário internacional como um dos países que mais reduziram a mortalidade infantil nos últimos anos. É preciso que se reconheça que está sendo alcançado o compromisso que o Brasil aceitou assumir”, disse Antonella.

Já a mortalidade neonatal, que corresponde às mortes ocorridas nos primeiros 28 dias de vida do bebê, também teve queda, ainda que um pouco menor: passou de 28 mortes a cada mil nascidos vivos em 1990 para 9 mortes a cada mil nascidos vivos em 2012, o que corresponde a uma diminuição de 67,8%.

No ano passado, 37 mil crianças com menos de 1 ano morreram no Brasil, segundo a ONU, número que chegou a 180 mil em 1990. Entre as crianças de até 5 anos, foram 42 mil mortes em 2012. Em 1990, o número tinha sido de 219 mil.


Norte e Nordeste
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse considerar que, apesar do resultado positivo, é preciso trabalhar para continuar diminuindo os índices e melhorar o atendimento à saúde infantil e pré-natal no Nordeste e na região Norte.


“O Brasil reduziu mais do que toda a América Latina, do que os países emergentes, mais do que s BRICs [grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China], e mais dos que os países de renda média alta. Este é um passo que o Brasil deu nesses anos. Este é um numero expressivo que deve servir não de comemoração, mas der aprendizado”, declarou Padilha.

O Nordeste foi a região que registrou maior redução no índice de mortalidade de crianças até cinco anos, passando de 87,3 mil óbitos em 1990 por mil nascidos vivos para 19,6 em 2012. Entre os estados com maior redução, estão Alagoas, onde a queda foi de 84% e Ceará, onde o índice diminuiu (82%).


No mundo
O relatório revelou ainda que a mortalidade infantil no planeta caiu para quase a metade desde 1990, embora 18 mil crianças de menos de cinco anos continuem morrendo a cada dia. Entre 1990 e 2012, o número de mortes de crianças passou de 12,6 a 6,6 milhões em todo o mundo, ou seja, uma queda de 47,8%.


Segundo o documento, esta tendência é sinal dos 'progressos substanciais' que ocorreram para reduzir em dois terços a mortalidade infantil antes de 2015. Essa redução é um dos oito Objetivos do Milênio para o Desenvolvimento estabelecidos pela comunidade internacional em 2000.

Mas, de acordo com o relatório, o ritmo de queda não deve ser suficiente para alcançar esse objetivo nos prazos fixados. A persistência do problema sobretudo na África Subsaariana e na Oceania é um dos principais motivos para esse atraso.

[LADAINHA] - GOVERNO AMERICANO DIZ QUE IMPRENSA DISTORCEU ATIVIDADES DA NSA

Defesanet
Pablo Uchoa
A conselheira de Seguranca Nacional da Casa Branca, Susan Rice, disse nesta quarta-feira que a imprensa distorceu as informações ao denunciar as atividades da Agência de Segurança Nacional (NSA).

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