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sábado, 11 de junho de 2016

[ARMAS] - Os calibres atuais e seus limites de emprego em Conflitos Assimétricos: O mais recente trabalho dos pesquisadores Eduardo e Rogério Atem Carvalho. Trabalho de vital importância além das Forças Militares

Novo Calibre Padrão para os Fuzis da OTAN, os calibres atuais e seus limites de emprego em Conflitos Assimétricos


                                                                                       Eduardo Atem de Carvalho, PhD
                                                                            Universidade Estadual do Norte Fluminense

                                                                                    Rogério Atem de Carvalho, DSc
                                                                                         Instituto Federal Fluminense
Resumo
      
Este trabalho lida com efeitos dos Conflitos Assimétricos sobre um aspecto do combate de Infantaria: o calibre de sua arma padrão. A imposição inicial de um calibre demasiadamente poderoso, o 7.62x51 mm, privou a OTAN e aliados por muitos anos de  fuzis de assalto verdadeiros. A mudança para o calibre 5.56x45 mm, que deveria ter remediado esta situação, acabou por levar os aliados ao extremo oposto: um calibre cronicamente anêmico, que mesmo após extenso esforço pela indústria, ainda falha em prover letalidade à longa distância, uma vez que não foi concebido para isto.

Hoje existe uma busca por um valor intermediário, mais próximo ao do calibre russo 7.62x39 mm. Como assunto secundário, o trabalho também aborda a dificuldade enfrentada pela linhagem do fuzil M-16/M-4 e a nova geração que deve sucedê-la. Finalmente, comenta muito brevemente sobre o novo fuzil brasileiro.

Nota: Durante o texto empregou-se o termo “calibre”, que geralmente se refere ao diâmetro do projétil, em comum com o cartucho, com o conjunto. Ou seja: ao se referir ao calibre 5.56x45 mm, o texto se refere a todo conjunto de projétil, cápsula e propelente, e também na sua performance padrão OTAN/NATO, como oferecido às tropas, já que para os atiradores esportivos estes calibres podem ser recarregados com dezenas de combinações entre projéteis e propelentes, obtendo uma miríade de desempenhos cujo o escopo foge completamente a este trabalho.

sábado, 7 de março de 2015

['IN'SEGURANÇA] - Sensação de insegurança leva joinvilense a se armar e a buscar alternativas no mercado de vigilância especializada

Leandro Junges (leandro.junges@an.com.br)

Nos últimos três anos, a média de armas de fogo registradas é de três por dia

Número de vigilantes formados todos os anos em Joinville é o mesmo de policiais militares atuando nos dois batalhõesFoto: Rodrigo Philipps / Deco

Na tentativa de se proteger, o joinvilense está se armando cada vez mais e buscando a segurança privada como alternativa à falta de policiamento. Só nos últimos três anos, a média de armas de fogo registradas na Polícia Federal de Joinville é de três por dia. Há mais de 15,6 mil armas registradas na região de abrangência da delegacia, metade delas só em Joinville. No Estado todo, são 64 mil registros feitos até o fim do ano passado.  

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

[APREENSÃO] - Três armas de fogo são apreendidas na zona Sul de Joinville

Dois revólveres de calibre 32 foram encontrados com um rapaz de 18 anos
A PM apreendeu dois revólveres de calibre 32 e uma espingarda
Foto: Polícia Militar / Divulgação
A Polícia Militar apreendeu três armas de fogo, na noite desta quarta-feira, na zona Sul de Joinville. A primeira apreensão aconteceu por volta de 20 horas no bairro Ademar Garcia. Uma espingarda foi encontrada em uma casa. O proprietário era um homem de 61 anos que já tem passagens por tráfico de drogas, homicídio e ameaça.

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