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quinta-feira, 16 de junho de 2016

CONSCIÊNCIA: APENAS UM PENSAR OU UMA NECESSIDADE DE MUDAR ? Com esta "segurança", onde vamos parar ?

Por que tanta violência ? 
Por que tanto descaso ? 
Por que tanta insensibilidade ?
Para onde será que estamos caminhando ? De que lado acreditamos estar ? Do lado de quem sofre, do lado de quem ri ou do lado de quem está a chorar ? Não sei. Porém de uma coisa eu sei, que em breve, se o cuidado não cuidar, estaremos a amargar as consequências de uma sociedade que está a se abandonar . . .

sábado, 7 de março de 2015

['IN'SEGURANÇA] - Sensação de insegurança leva joinvilense a se armar e a buscar alternativas no mercado de vigilância especializada

Leandro Junges (leandro.junges@an.com.br)

Nos últimos três anos, a média de armas de fogo registradas é de três por dia

Número de vigilantes formados todos os anos em Joinville é o mesmo de policiais militares atuando nos dois batalhõesFoto: Rodrigo Philipps / Deco

Na tentativa de se proteger, o joinvilense está se armando cada vez mais e buscando a segurança privada como alternativa à falta de policiamento. Só nos últimos três anos, a média de armas de fogo registradas na Polícia Federal de Joinville é de três por dia. Há mais de 15,6 mil armas registradas na região de abrangência da delegacia, metade delas só em Joinville. No Estado todo, são 64 mil registros feitos até o fim do ano passado.  

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

[INSEGURANÇA] - Moradores temem por segurança de rua na região central de Joinville

AN

Há duas semanas parte da via está sem iluminação

 
O vigilante Edson Nardes mostra os fios de cobre que foram roubadosFoto: Leo Munhoz / Agencia RBS
 
A falta de iluminação pública em um trecho da rua Coronel Francisco Gomes, no Bucarein, região central de Joinville, somada à presença de lixo e a terrenos abandonados, preocupa os moradores do local, que temem pela segurança. 

Um dos moradores, o consultor de infraestrutura Didmar Radboff, 70 anos, conta que há duas semanas a mulher dele e uma vizinha flagraram um homem roubando fios de cobre da iluminação da parte da rua que fica atrás da Arena.

— Ele estava com uma escada. Elas gritaram e ele saiu correndo com o rolo de fio embaixo do braço. Por causa disso, ficamos duas noites e um dia com a energia em uma fase – lamenta. 

Desde então, o trecho da via, que já era ermo, ficou ainda mais inseguro. E, segundo Didmar, pedestres que costumavam cortar caminho para o Parque da Cidade ou passear pelo local estão evitando andar por ali. 

Uso de drogas 
O vigilante Edson Adolfo Nardes, 47 anos, que trabalha na rua há mais de 11 anos também está preocupado. Ele relata que em uma noite no fim de agosto teve de chamar a Polícia Militar, porque havia um grupo de jovens usando drogas em um dos terrenos do local. 

– Com esse mato e essa escuridão, vão acabar assaltando alguém – alerta.

O vigilante e o morador relatam que há dois meses, após algumas ligações, uma equipe da Prefeitura esteve na rua para fazer uma limpeza. O lixo despejado nas margens do trecho após a rua Curitibanos foi retirado e o mato dos terrenos foi roçado. Mas sem manutenção, a situação voltou à estaca zero. 

– A rua tem movimento intenso em dias de jogo do JEC, é frustrante pensar que as torcidas adversárias passam por um lugar neste estado – reclama Edson. 

Contraponto 
O chefe da agência regional da Celesc, Jefferson Benedet Arante, explica que todas as reclamações referentes à iluminação pública devem ser encaminhadas à Prefeitura por meio da ouvidoria no 156. Segundo ele, quando o problema é com lâmpadas, a Prefeitura soluciona. Já quando se trata dos fios ou outros equipamentos, a Prefeitura faz solicitação à Celesc via e-mail.

Jefferson se comprometeu a enviar nesta quarta-feira dois fiscais até o local para avaliar a situação e ver o que pode ser feito. Ele esclarece que nestes casos de furto dos fios de cobre, normalmente é feita a substituição por fios de alumínio, que têm menos valor de mercado, para, assim, prevenir novos furtos. 

O secretário de Infraestrutura, Romualdo França, também se comprometeu a enviar uma equipe até a rua para avaliar a situação da iluminação pública.

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