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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

[LEI MARIA DA PENHA] - A cada uma hora e meia, uma mulher morre vítima de violência masculina no Brasil, diz Ipea

R7
Parceiro ou ex-parceiro comete maioria dos crimes, metade das mortes é com arma de fogo
Região Nordeste lidera ranking de mortes violentas de mulheresElza Fiúza/25.11.2012/ABr
Quase 17 mil mulheres foram mortas vítimas de agressões, entre 2009 e 2011, por causa de conflitos de gênero, ou seja, apenas por ser do sexo feminino, segundo o estudo Violência Contra a mulher: Feminicídios no Brasil,divulgado nesta quarta-feira (25) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).  
O número representa uma média de 5.664 mortes de mulheres por causas violentas a cada ano, 472 a cada mês, 15,52 a cada dia ou ainda um óbito a cada hora e meia. O feminicídio ou femicídio é a morte de mulher em decorrência de conflitos de gênero, ou seja, pelo fato de ser mulher.
A região Nordeste lidera o ranking com a maior taxa de feminicídios do País entre 2009 e 2011, com 6,9 mortes violentas a cada 100 mil mulheres. O segundo lugar pertence ao Centro-Oeste, onde houve 6,86 casos para cada 100 mil mulheres. Depois, vem a região Norte, com 6,42. O Sudeste e o Sul têm as melhores taxas, com 5,14 e 5,08, respectivamente (veja mais no quadro abaixo). 

    Fonte: Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada)
Design: Thaís de Carvalho


[Lei Maria da Penha] IPEA diz que lei não reduz homicídios de mulheres no Brasil

Estadão

Pesquisa do instituto mostra que taxa de feminicídios no País em 2011, cinco anos após a criação da lei, superou a de 2001

A cearense Maria da Penha Fernandes, de 68 anos, cuja história pessoal de agressão inspirou a lei
SÃO PAULO - Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado nesta quarta-feira, 25, mostrou que a Lei Maria da Penha não diminuiu as taxas de mortalidade das mulheres por agressão no Brasil.

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